Crítica: Kubo e as Cordas Mágicas

Ficha Técnica:
País: EUA                                                   Classificação: 10 anos
Estreia: 13 de Outubro de 2016            Duração: 90 min.    
Direção: Travis Knight                           Roteiro: Chris Butler , Marc Haimes
Elenco: Matthew McConaughey , Charlize Theron , Rooney Mara , Ralph Fiennes , Art Parkinson , George Takei
download-2Sinopse: Kubo vive uma vida tranquila em uma pequena vila no Japão até que um espírito vingativo faz com que todo tipo de monstros e deuses passem a persegui-lo. Para se livrar disso, Kubo precisa encontrar a armadura mágica que seu pai, um lendário samurai, costumava usar.

Esta animação conta com a excelência de Travis Knight, animador-chefe que assina os seguintes trabalhos : Coraline, Paranorman e Os Boxtrolls.

Ele sabiamente se une ao estúdio de animação Laika e tem todos os elementos necessários, inclusive liberdade artística para organizar a produção de Kubo visto que os grandes trabalhos acima também são frutos dessa parceria.

Esta é uma obra de arte, uma janela para o perdão e a exaltação do amor!

Aqui, o trabalho de stop-motion esta impecável, muito fluido onde não percebemos em quase todo o longa que se trata de tal técnica, existe vida própria aqui, expressividade e amorosidade.

Kubo, um jovem garoto com poderes mágicos – ele consegue dar vida a pedaços de papel através de sua música. Quando ainda muito pequeno ele fora salvo por sua mãe de seu avô, o temível Rei da Lua, que acabou tirando um dos olhos do menino no processo e não descansará até arrancar o outro. Com isso, o garoto e a mãe devem viver longe da luz do luar, até que um dia, descuidado, Kubo acaba sendo descoberto, o que o coloca em uma jornada para encontrar uma armadura lendária que o possibilitará enfrentar seu avô.

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O trabalho de dublagem  melhora muito nossa percepção sobre a narrativa.  O roteiro nos entrega uma narrativa nada previsível, somos surpreendidos com uma história sobre a aceitação das diferenças. A busca pelos olhos do menino é uma metáfora que trata do enxergar e não do simples olhar.

Nota: 09 Livretos

#EuNoOscar: Conheça os indicados para a categoria de Melhor Ator – Oscar 2017

Olá cinéfilos!! Vamos conhecer os indicados a categoria de melhor ator para este ano.
*A contagem das indicações e Oscars são em relação do  candidato com a categoria, e não o total da carreira.

Imagem Casey Affleck : “Manchester à Beira Mar”


No melhor momento de sua carreira, Casey brilhou em “Manchester À Beira-Mar” e está indicado pela segunda vez ao Oscar. A carreira do Affleck mais novo é cheia de altos e baixos entre grandes e pequenas produções. E foi na pequena empreitada de Kenneth Lonergan, que o ator simplesmente dominou quase todos os prêmios concedidos até então, perdendo somente o SAG. Dominando um personagem extremamente complexo e difícil, deu sinceridade e autenticidade. Sua indicação é justa e sua vitória coroaria a superação de um ator que sempre buscou o melhor.

Histórico de Indicações e Vitórias

– Vencedor de Melhor Ator em Drama no Globo de Ouro
– Vencedor de Melhor Ator no Bafta
– Vencedor de Melhor Ator no Boston Society of Film Critics Awards
– Vencedor de Melhor Ator no Critics’ Choice Movie Awards
– Vencedor de Melhor Ator no Chicago Film Critics Association Awards
– Vencedor de Melhor Ator no Gotham Awards

– Indicado à Melhor Ator no Independent Spirit Awards
– Vencedor de Melhor Ator no London Critics Circle Film Awards
– Indicado à Melhor Ator no Los Angeles Film Critics Association Awards
– Vencedor de Melhor Ator no National Society of Film Critics Awards
– Vencedor de Melhor Ator no National Board of Review
– Vencedor de Melhor Ator no New York Film Critics Circle Awards

– Indicado à Melhor Ator no Satellite Awards
– Indicado à Melhor Ator no Screen Actors Guild

 

Imagem Denzel Washington “Um Limite entre Nós”


Quem corre por fora este ano é o multipremiado Denzel Washington por “Um Limite Entre Nós”. Dono de dois Oscar em oito indicações e dois Globos de Ouro, sendo um deles honorário, ele é um dos mais queridos atores do cinema, não só pelo público, mas também pelos seus pares. Premiado no teatro pela peça que dá origem ao filme, ele repetiu sua excelente atuação e colocou seu nome dentre os prováveis indicados, o que se concretizou. A figura de Denzel e uma possível vitória faria da cerimônia um momento de congraçamento de um ator que já conquistou tudo.

Histórico de Indicações e Vitórias

– Indicado à Melhor Ator em Drama no Globo de Ouro
– Indicado à Melhor Ator no Critics’ Choice Movie Awards
– Indicado à Melhor Ator no Chicago Film Critics Association Awards
– Indicado à Melhor Ator no National Society of Film Critics Awards
– Indicado à Melhor Ator no Satellite Awards
– Vencedor de Melhor Ator no Screen Actors Guild

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 Andrew Garfield – “Até o Último Homem”


Quem debuta na categoria em indicações ao Oscar é Andrew Garfield. O jovem ator, outrora Homem Aranha, é outro que prova seu amadurecimento profissional nesta temporada por seu personagem em “Até o Último Homem”. Como o médico de guerra que se recusa a matar, ele está soberbo, dono de uma interpretação complexa e meticulosa. Sua indicação é advinda de um franco crescimento nas semanas que antecederam ao anúncio dos indicados, muito pela estreia do filme nos EUA, muito pela própria personalidade afável do ator.

Histórico de Indicações e Vitórias

– Indicado à Melhor Ator em Drama no Globo de Ouro
– Indicado à Melhor Ator no Bafta
– Indicado à Melhor Ator no Critics’ Choice Movie Awards
– Vencedor de Melhor Ator em Filme de Ação no Critics’ Choice Movie Awards
– Indicado à Melhor Ator no London Critics Circle Film Awards
– Vencedor de Melhor Ator em Filme de Ação no London Critics Circle Film Awards
– Vencedor de Melhor Ator no Satellite Awards

– Indicado à Melhor Ator no Screen Actors Guild

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  Viggo Mortensen ” Capitão Fantástico”


Viggo é um velho conhecido do grande público, com uma longa carreira e tipos de forte apelo popular, entretanto subestimado nas premiações, algo que parece mudar neste momento. Seu protagonista de “Capitão Fantástico” é uma joia, um personagem que é um presente para aqueles atores meticulosos e corajosos, para aqueles que não têm medo de se jogar no estranho. Emocionando plateias por todo o mundo, por todos os festivais que passou, Viggo é a melhor das surpresas nessa premiação. Esta é sua segunda indicação ao Oscar.

Histórico de Indicações e Vitórias

– Indicado à Melhor Ator em Drama no Globo de Ouro
– Indicado à Melhor Ator no Bafta
– Indicado à Melhor Ator em Comédia no Critics’ Choice Movie Awards
– Indicado à Melhor Ator no Independent Spirit Awards
– Vencedor de Melhor Ator no Satellite Awards
– Indicado à Melhor Ator no Screen Actors Guild

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Ryan Gosling ” La La Land Cantando Estações”


Será que chegou o momento de Ryan ganhar seu Oscar? Há anos o público e a crítica põe expectativas sobre a carreira do ator a respeito de quando suas brilhantes atuações se converteriam em prêmios. Ele cresceu diante das telas, atingindo um alto nível de interpretação e entrega de personagem. Isso pode ser visto agora em “La La Land: Cantando Estações”, em que ele dá vida a Sebastian, toda sua dedicação em aprender sobre jazz e principalmente aprender a tocar piano merece aplausos. Por este personagem já ganhou o Globo de Ouro e diversos outros prêmios de sindicatos.

Histórico de Indicações e Vitórias

– Vencedor de Melhor Ator em Comédia ou Musical no Globo de Ouro
– Indicado à Melhor Ator no Bafta
– Indicado à Melhor Ator no Critics’ Choice Movie Awards
– Indicado à Melhor Ator no Satellite Awards
– Indicado à Melhor Ator no Screen Actors Guild

Fonte: Termômetro Oscar

Crítica: Filme Morgan, a Evolução

240787-jpg-c_215_290_x-f_jpg-q_x-xxyxxSinopse: Uma consultora coorporativa de gestão de risco (Kate Mara) é convocada para investigar um acidente que provocou vários danos em uma instalação remota. Chegando lá ela se depara com uma jovem (Anya Taylor-Joy) de aparência frágil e inofensiva e precisa decidir se ela deve ou não ser sacrificada.

 

Título Original: Morgan
Ano: 2016
Elenco: Kate Mara, Anya Taylor-Joy, Toby Jones
Gênero:  Suspense, Ficção Científica, Terror
Duração: 92 minutos
Sabe aquela dobradinha pai e filho onde você joga todas as suas fichas baseado na credibilidade do pai super famoso? Pois é… perdi tudo nessa aposta.
Este filme tinha tudo para estourar pois conta com a estreia de Luke Scott, filho de Ridley Scott (diretor de filmes famosos como Alien – O Oitavo Passageiro, Blade Runner, Gladiador, Prometheus, Perdido em Marte…).download (1)
Penso que Morgan tenha sido uma tentativa de misturar ficção científica e suspense gerando expectativas não só pela genética na direção mas por conta de um elenco estelar formado por atores conhecidos como Kate Mara (Quarteto Fantástico), Anya Taylor-Joy (A Bruxa), Rose Leslie (Game of Thrones), Jennifer Jason Leigh (Os Oito Odiados), Michelle Yeoh (Memórias de uma Gueixa), Toby Jones (Wayward Pines) e Paul Giamatti (A Dama Na Água).
Morgan traz uma premissa bem simples: investigar uma falha de uma experiência de inteligência artificial na criação de um humano em laboratório para fins comerciais, que desconhece certos sentimentos e posturas naturais mas que seria muito útil.
Existe uma fala de uma das personagens que amarra o filme todo, fazendo valer pelo menos os dois ultimos minutos (visto que não se aproveita muito mesmo do todo), o fato de mostrar uma janela e alimentar de sonhos o enclausurado.
Infelizmente, a falta de uma direção segura e um roteiro superficial são as verdadeiras cruzes no túmulo do filme.
Assisti em casa, com as graças do “Santo Torrent” kkk e achei que Ridley Scott poderia ter saído da sua cadeira de produtor executivo do filme e sido mais “paizão” abençoando a primeira direção de seu filho em Hollywood.
Nota: 06 livretos

#EuNoOscar : Conheça as indicadas para melhor atriz este ano

downloadOlá amigos cinéfilos, estou aqui para deixar uma palinha das indicadas para a categoria de melhor atris nesta 89º Cerimônia do Oscar de 2017.
Além de conhecer o nome dessas princesas da telona, deixo também algumas informações sobre as premiações de cada uma em suas carreiras.
Imagem Ruth Negga    “Loving”
Ruth é a novata do grupo, pelo menos a mais nova em tempo de carreira. Seu desempenho em “Loving” chamou a atenção desde muito cedo na temporada e fez com que seu nome ficasse marcado desde então. A atriz esteve presente durante meses em praticamente todas as listas de possíveis indicados ao Oscar. Felizmente, as previsões se confirmaram e ela está dentre as indicadas. Sua atuação é emocionante e o discurso que promove é necessário para este tempo.
Imagem Emma Stone “La La Land: Cantando Estações”
No melhor momento de sua carreira, Casey brilhou em “Manchester À Beira-Mar” e está indicado pela segunda vez ao Oscar. A carreira do Affleck mais novo é cheia de altos e baixos entre grandes e pequenas produções. E foi na pequena empreitada de Kenneth Lonergan, que o ator simplesmente dominou quase todos os prêmios concedidos até então, perdendo somente o SAG. Dominando um personagem extremamente complexo e difícil, deu sinceridade e autenticidade. Sua indicação é justa e sua vitória coroaria a superação de um ator que sempre buscou o melhor.
Imagem Natalie Portman “Jackie”
Vimos Natalie crescer diante das telas, não somente em estatura, sobretudo em talento. Com apenas 35 anos soma na carreira um Oscar por “Cisne Negro” em três indicações, além de dois Globos de Ouro, ainda carrega a alcunha de ser uma das melhores de sua geração. Este título não é um exagero, pois uma simples lembrança de suas atuações em “Cisne Negro”, “Closer” e “V de Vingança”, por exemplo, deixam as plateias mais exigentes assombradas com seu talento. Desta vez, ela está no que muitos apontam como o “papel de sua carreira”, interpretando a icônica ex-primeira dama Jackeline Kennedy em “Jackie”. Natalie pode estar a vias de sua segunda estatueta.
Imagem      Isabelle Huppert  “Elle”
Os artistas franceses sempre exerceram fascínio nos cinéfilos mais dedicados. Marion Cotillard, Juliette Binoche, Julie Delpy e Audrey Tatou são somente alguns exemplos recentes de atrizes premiadas e festejadas em todo mundo. Este ano é o ano de Isabelle Huppert! Desde Cannes, quando “Elle” estreou, toda a crítica caiu em encantamento por sua atuação. Descrita como forte, intensa e inteligente, Huppert construiu o caminho que a trouxe para um prêmio Globo de Ouro e a sonhada indicação ao Oscar. A categoria de Melhor Atriz nesta edição está disputadíssima, contudo o brilho da francesa é contagiante e a coloca em mais destaque dentre as demais.
Imagem  Meryl Streep “Florence: que Mulher é essa?”
Não há palavras que possam ser acrescentadas para descrever Meryl Streep, seu talento e a sua importância para o cinema. A maior atriz de nosso tempo, aquela que está no panteão mais dourado do cinema, quebra mais um recorde: com “Florence: Quem é Essa Mulher?”, ela chega a sua vigésima indicação. Ela está sensacional, engraçada e emotiva no longa, sua nomeação não é um acaso, está porque merece. Contudo, ademais de seu talento, há uma questão política que não pode ser descartada. Ela e o presidente Donald Trump tem trocado farpas ultimamente, inflamando Hollywood a estar do seu lado.
*A contagem das indicações e Oscars são em relação do  candidato com a categoria, e não o total da carreira.
HISTÓRICO DE INDICAÇÕES E VITÓRIAS

 Emma Stone – La La Land: Cantando Estações
– Vencedora de Melhor Atriz em Comédia ou Musical no Globo de Ouro
– Vencedora de Melhor Atriz no Bafta
– Indicada à Melhor Atriz no Critics’ Choice Movie Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Chicago Film Critics Association Awards
– Indicada à Melhor Atriz no London Critics Circle Film Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Satellite Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no Screen Actors Guild
– Vencedora de Melhor Atriz no Festival de Veneza

Ruth Negga – Loving

– Indicada à Melhor Atriz em Ascenção no Bafta
– Indicada à Melhor Atriz em Drama no Globo de Ouro
– Indicada à Melhor Atriz no Critics’ Choice Movie Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Gotham Awards
– Indicada à Melhor Atriz Britânica no London Critics Circle Film Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no Satellite Awards

Meryl Streep – Florence: Quem é essa mulher?

– Indicada à Melhor Atriz em Comédia ou Musical no Globo de Ouro
– Indicada à Melhor Atriz no Bafta
– Vencedora de Melhor Atriz em Comédia no Critics’ Choice Movie Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Satellite Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Screen Actors Guild

Isabelle Huppert – Elle

– Vencedora de Melhor Atriz em Drama no Globo de Ouro
– Vencedora de Melhor Atriz no Boston Society of Film Critics Awards

– Indicada à Melhor Atriz no Critics’ Choice Movie Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Chicago Film Critics Association Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no Gotham Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Independent Spirit Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no Los Angeles Film Critics Association Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no National Society of Film Critics Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no New York Film Critics Circle Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no Satellite Awards

Natalie Portman – Jackie

– Indicada à Melhor Atriz em Drama no Globo de Ouro
– Indicada à Melhor Atriz no Bafta
– Indicada à Melhor Atriz no Boston Society of Film Critics Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no Critics’ Choice Movie Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no Chicago Film Critics Association Awards

– Indicada à Melhor Atriz no Gotham Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Satellite Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Screen Actors Guild

Fonte: Termômetro Oscar

Clube de Leitura e Escrita – Fevereiro: Admirável Mundo Novo

Chegamos ao nosso segundo desafio! Fique atento pois no último dia deste mês sortearemos um livro surpresa. Reveja as regras para participar acessando link  (clique aqui)

downloadLançado em 1931, este é um livro baseado em teorias de grandes personalidades como Ford, Marx, Lenin e Freud. É como se o autor tivesse pego cada uma das ideias destes intelectuais e elaborado um mundo onde suas características em seu máximo. Apesar de o livro ter sido lançado na década de 30, a linguagem é contemporânea, sem palavras difíceis ou termos antigos, o que faz com que a leitura seja rápida.

O Autor  descreve uma sociedade extremamente científica, onde as pessoas são pré-condicionadas biologicamente e condicionadas psicologicamente a viverem em harmonia com as leis e regras sociais. Essa sociedade não possui ética religiosa e valores morais. Qualquer dúvida e insegurança dos cidadãos era dissipada com o consumo da droga, sem efeito colateral aparente, chamada “soma”.

O livro traça o contraste entre o ‘moderno” e o “atrasado”, tecendo críticas ao desenvolvimento da ciência, que, segundo o autor, ao contrário de promover benefícios à sociedade, contribuiu para o surgimento de diversos problemas de ordem social que posteriormente não seriam resolvidos.

 

 

 

Kindle Unlimited: Minha Sombra Cabe Ali – Leon Idris

61a0hydehwl-_sy346_Sinopse: Um retorno à cidade de Cristina, interior do sul de Minas Gerais, faz ressurgir lembranças e uma voz que ninguém pôde ouvir. “Eu queria ter o brio de um filósofo ou a inocência da mocidade para voltar a ver na finitude uma curva, um nó do tempo. Assim, a agonia poderia descansar e a memória deixaria de ser um lugar tão impiedoso às revisitações. Caso alguém tenha descoberto esta escritura é porque cumpriu-se um desejo. Toda palavra quer romper o papel e ser lida, quer trair quem a colocou aqui e correr em direção a outros olhos, que possam entendê-la melhor e ver sentidos além dos planejados. Quem tira a palavra do silêncio não sabe do que ela é capaz. Há quem diga que ela pode sempre menos do que pensamos, que ela nunca alcançará a realidade plenamente. Mas a palavra quer sempre mais do que nós podemos dar.”

Me sinto feliz de ter tido a oportunidade de conhecer este autor tão talentoso. Já falei de seu primeiro livro aqui com vocês (O Deserto dos meus Olhos) e de como  a escrita do Leon me envolveu. Quando soube que seu segundo livro foi selecionado entre um dos três melhores para a final do prêmio Kindle de Literatura do ano passado, tratei de assinar o Kindle Unlimited e conhecer esta nova história.

Isso me inspirou a abrir uma nova sessão aqui no blog com resenhas de livros deste serviço oferecido pela Amazon. Juro que não tenho parceria com eles e não recebo nada em troca… Isso é Brasil meu povo!!! Mas vamos ao que interessa:

 

 

Lançamentos de Cinema – 16/02/2017

 

1. A Cura (A Cure for Wellness, Gore Verbinski, Estados Unidos)  Não recomendado para menores de 16 anos

Um ambicioso executivo é enviado para os Alpes Suíços para resgatar o CEO de sua companhia de um ‘Centro de Cura’, mas logo descobre que o local não é tão inócuo quanto parece.

2. Lion – Uma Jornada Para Casa (Lion, Garth Davis, EUA, Austrália, Reino Unido)  Não recomendado para menores de 12 anos

Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfretou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

3. John Wick – Um Novo Dia Para Matar (John Wick: Chapter 2, Chad Stahelski, Estados Unidos)  Não recomendado para menores de 16 anos

John Wick (Keanu Reeves) é forçado a deixar a aposentadoria mais uma vez por causa de uma promessa antiga e viaja para Roma, a Cidade Eterna, com o objetivo de ajudar um velho amigo a derrubar uma organização internacional secreta, perigosa e mortal de assassinos procurados em todo o mundo.

4. Aliados (Allied, Robert Zemeckis, EUA)   Não recomendado para menores de 14 anos

Em uma missão para eliminar um embaixador nazista em Casablanca, no Marrocos, os espiões Max Vatan (Brad Pitt) e Marianne Beausejour (Marion Cotillard) se apaixonam perdidamente e decidem se casar. Os problemas começam anos depois, com suspeitas sobre uma conexão entre Marianne e os alemães. Intrigado, Max decide investigar o passado da companheira e os dias de felicidade do casal vão por água abaixo.

5. 600 Milhas (600 miles, Gabriel Ripstein, México, EUA)

Arnulfo (Kristyan Ferrer) é um jovem traficante de armas mexicano que trabalha para um cartel de drogas. O que ele não sabe é que está sendo vigiado pelo agente americano Hank Harris (Tim Roth) da ATF, uma organização conhecida por seus métodos duvidosos. Mas quando Harris comete um erro fatal, Arnulfo entra em pânico, decidindo fazer o agente de réfem e entregá-lo para seus clientes no México. Na viagem, porém, os dois acabam criando um forte laço, enquanto o destino final só se aproxima.

6. Eu, Olga Hepnarová (Tomas Weinreb, Rep. Tcheca, Polônia, Eslováquia, França) Não recomendado para menores de 16 anos

Olga Hepnarova é uma jovem, crescida em uma família que nunca a aceitou pelo fato da moça ser homossexual. Atacada e pressionada por todos os lados pela sociedade, Olga começa a isolar-se ainda mais em seu próprio mundo. Alienada e solitária, Olga fará escolhas trágicas que a levarão a cometer atos que marcaram a história.