Cidades de Papel – John Green

“Margo sempre adorou um mistério. E, com tudo o que aconteceu depois, nunca consegui deixar de pensar que ela talvez gostasse tanto de mistérios que acabou por se tornar um. ”

Olá amigos, devo ser sincera com vocês, mesmo que isto os desagrade.. Não sou fã de John Green! Talvez se ele pudesse se expressar de forma mais pausada em seus vídeos no youtube, acabasse instigando em mim um carisma estonteante!! Mas este livro, Cidades de Papel, fez com que meu olhar ficasse mais doce frente a escrita do autor.

O livro é genial !! Tem um ritmo empolgante, e ficamos o tempo todo com o coração acelerado para saber a próxima descoberta. Apesar de ser uma busca sem qualquer ideia do resultado, nos divertimos com a evolução dos personagens. Causou em mim expectativas muito altas porque é um livro escrito em primeira pessoa, com uma fluidez maravilhosa, direcionado público teen..

Fiquei pulando feito criança quando descobri o sentido do nome do livro e a capa que a editora escolheu.. que até o meio do livro era uma incógnita pra mim..rs Por favor! sem deboches ok ? kk

De modo tranquilo e inspirador, o autor apresenta os personagens encantadores, que tem suas características marcantes, recheadas da bela força dos dezoito anos.

John Green apresenta a paixão platônica que Quentin nutre por sua vizinha de anos chamada Margo. E com a formatura no Ensino Médio tão próxima, ele se surpreende com os ímpetos dela mais uma vez.

Em uma noite, sem qualquer aviso, Margo bate na janela do quarto de Quentin e pede que ele seja seu motorista e cúmplice naquela noite. Além de precisar usar o carro da mãe de Quentin, é claro…  Quentin passa a madrugada dando assistência a Margo em seus planos de vingânça.

Ela arquitetou tudo!! Eles iriam se vingar das pessoas que magoaram Margo nos últimos dias. E mesmo se arriscando a ser preso, Quentin faz tudo que ela determina. E no final da noite ele só pensa: depois de tudo que fizemos juntos, ela vai falar comigo no colégio!

Quentin tem dois amigos incríveis – os personagens secundários que John Green escreve são tão maravilhosos que deveriam ganhar um livro só para eles! – Ben e Radar. Ben sofre bulling pesado devido a um incidente envolvendo uma calça molhada de sangue (nada grave, deixe-me acrescentar). Radar além de ser totalmente aficionado com seu site tem pais com uma coleção mais que curiosa: eles colecionam papais-noéis negros.

Ben e Radar já tinham se habituado com sua rotina de pertencer a base da hierarquia social na escola. Quentin dispunha seu tempo entre estudar e suspirar pelos corredores por sua paixão secreta, Margo. Ele sabia que ela mal notava sua presença, mas sabia também que os populares da escola não o atormentavam tanto graças a proteção que sua amada exercia. Margo não queria andar com ele, mas também não era totalmente indiferente…

O livro tem um ritmo empolgante, e ficamos o tempo todo com o coração acelerado para saber a próxima descoberta. Apesar de ser uma busca sem qualquer ideia do resultado, nos divertimos com a evolução dos personagens.

O que eu não gostei foi o desfecho.. mas isso fica pra uma outra conversa ok? John Green poderia ter nos dado algo melhor.

Boa leitura!

“Hoje, meu bem, vamos acertar um monte de coisas que estão erradas. E vamos estragar algumas que estão certas. Os últimos serão os primeiros; e os primeiros serão os últimos; os mansos herdarão a terra. Mas, antes de redefinir completamente o mundo, precisamos fazer compras. ”

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