Canção de Natal – Charles Dickes

Autor: Charles Dickens
Editora: L&PM
Ano: 2011
Páginas: 60

download (1)Dickens escreveu essa história aos 31 anos, quando já era famoso, e aproveitou algumas lembranças da infância pobre: quando seu pai foi preso por dívidas, o menino Charles vendeu os livros que tinha e foi trabalhar numa fábrica. Anos depois uma herança iria melhorar a situação da família, mas ficaram as marcas no futuro escritor.

Ebenezer Scrooge é um homem avarento e solitário que perdeu seu sócio Marley a 7 anos. Odeia o Natal e tudo o que ele representa todos os sentimentos de Scrooge estão voltados apenas para os negócios, a única coisa que mais desejar é lucrar, nem que para isto precise explorar, ser mau e não possuir amigos. Nem mesmo os familiares são de seu interesse, pois para ele todos são exploradores e interesseiros.

Ignora familiares, empregados e não sabe o que é compaixão. Mas a aparição de um visitante-fantasma o fará repensar seu comportamento e despertará sentimentos aparentemente adormecidos. Ambientada numa Londres gelada, às vésperas do esperado 25 de dezembro, Um conto de Natal é uma das mais belas e conhecidas histórias do gênero. Escrita às pressas em 1843 para pagar as dívidas de seu autor, Charles Dickens (1812-1870), foi um sucesso imediato de público e crítica. Por meio dessa sátira social – adaptada diversas vezes ao cinema –, Dickens teve um papel fundamental no resgate do espírito de bondade e solidariedade das tradições natalinas.

“Levava sua baixa temperatura sempre com ele, gelava seu escritório nos dias mais cálidos do verão, e nem sequer para natal aumentava um grau.”.

Até que uma noite, na véspera de natal o fantasma de seu sócio vem até ele e diz que sofrerá muito se não mudar suas atitudes e que ele receberá mais 3 espíritos, um a cada noite.
O primeiro espírito é o do passado, e leva-o para rever o menino que foi, o jovem que foi, as pessoas queridas que o cercavam, como sua irmã, seu primeiro patrão. Viu o quanto as pessoas eram felizes e o quanto tentavam fazer as outras também felizes,embora não juntassem cada centavo. Ele lembrou o quanto era feliz.
Na segunda noite, veio o espírito do natal presente. Este mostrou como as pessoas não gostavam dele, e lamentavam por ele ser tão avarento, viu que poderia fazer algumas pessoas mais felizes, mas não ajudava em nada. Sentiu que não era feliz.
Na terceira noite, Scrooge estava muito cansado e arrependido de tudo que vinha fazendo em sua vida e na vida das pessoas. E veio o espírito do natal futuro.
Ele nem conseguia ver os rosto do espírito, e este, também nada falava, somente apontava os acontecimentos.  Scrooge está com muito medo do que vai ver e está arrependido e quer ter oportunidade de refazer sua vida, ser mais alegre, mais caridoso.
Mas tudo que o fantasma mostra é morte, solidão, uma tristeza infinita, uma falta de respeito até no final de sua vida. Afinal, ele não respeitava ninguém.
Então começa a pedir que por favor, que tenha uma nova chance, pois ele quer mudar aquele futuro horrendo. Quando volta a sua casa, percebe que não foram 3 noites, e que ainda é dia de natal.
Referencias cinematográficas:

download (2)Talvez o mais conhecido personagem inspirado nesta obra seja o Tio Patinhas (em inglês: Uncle Scrooge), o pato avarento do Universo Disney que, junto com Mickey, protagonizou a versão animada Mickey’s Christmas Carol, baseado em A Christmas Carol, o mais famoso dos contos de Natal de Dickens, que conta também com The Chimes.

Em 1992, Os Muppets adaptaram a obra no filme The Muppet Christmas Carol, que estrelou Michael Caine no papel de Scrooge e Caco, o Sapo no papel de Bob Cratchit. Gonzo aparece no papel do próprio Charles Dickens, que é o narrador do filme.

Uma outra homenagem às obras de Natal de Dickens é pouco conhecida. À luz da morte do escritor, uma menina que vendia flores às portas de um teatro de Londres falou: “Morreu Dickens? E o Papai Noel, será que morreu também?”

É possível encontrar também uma referência no filme Shrek. Na parte final, quando os personagens cantam juntos, o bonequinho de gengibre diz, apoiado numa muleta: “Deus abençoe a todos”. Essa é uma fala de Tiny Tim, que também tem deficiência. O que mostra a referência de Charles Dickens em tempos atuais.
Outra referência feita é no filme O Expresso Polar, com Tom Hanks. Nele o protagonista que não acredita em Natal passa por um vagão no trem atulhado de bonecos. Uma marionete de nariz aquilino apresenta-se como Ebenezer Scrooge e o chama de cético. Houve também em 1988 uma releitura através do filme Scrooge, que no Brasil foi traduzido para os Fantasmas Contra Atacam, onde Bill Muray interpreta um presidente, arrogante e sádico, de uma grande empresa de comunicação que é visitado na véspera de natal pelos três fantasmas do natal.

Enfim, uma grande lição sobre o propósito cristão em nossas vidas.

 

 

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