#EuNoOscar: Confira os indicados a melhor diretor no Oscar 2017

Olá meus amigos, não deixem de acompanhar este termômetro do Oscar 2017 aqui no blog. Já foram lançados artigos sobre melhor atriz, ator e agora melhor diretor. Logo teremos a lista dos indicados de melhor filme.

Fiquem atentos e não deixem de usar a nossa #EuNoOscar para acompanharmos os palpites de vocês em suas postagens nas redes sociais.

Imagem    Barry Jenkins  – “Moonlight: Sob a Luz do Luar”

É um cineasta norte-americano formado em Cinema e Artes Visuais pela Universidade do Estado da Flórida, em Tallahassee, e iniciou sua carreira com Medicine for Melancholy (2008), trabalho que lhe rendeu indicações para grandes premiações do mundo do cinema, como o Gotham Awards, em 2008, e o Independent Spirit Awards, em 2009.

Oito anos depois, Barry retorna às telonas com o longa-metragem Moonlight: Sob a Luz do Luar (2016). O filme, que é uma adaptação do livro de Tarell Alvin McCraney, foi elogiado pela crítica especializada e indicado a oito categorias do Oscar 2017, inclusive de melhor filme, melhor diretor e melhor roteiro adaptado. O segundo filme assinado pelo diretor também rendeu dezenas de nomeações e já carrega um Globo de Ouro.

Imagem    Damien Chazelle – “La La Land: Cantando Estações”

É um cineasta norte-americano que aos 32 anos de idade já foi considerado um prodígio de Hollywood pelos filmes Whiplash – Em Busca da Perfeição (2014) e La La Land – Cantando Estações (2016).
A carreira de Chazelle deu o primeiro passo no mundo da sétima arte com o musical Guy and Madeline on a Park Bench (2009), mas foi com Whiplash – Em Busca da Perfeição (2014) que a carreira do diretor tomou um novo rumo. Apesar de o roteiro do longa só ter ganhado maior visibilidade após sair na Black List 2012, o filme não demorou a ser aclamado pela crítica especializada e ganhou diversos prêmios.
Em 2016, o musical La La Land – Cantando Estações (2016) consolidou a posição de Damien Chazelle como um diretor renomado. Somente no Globo de Ouro, o longa bateu o recorde de filme que mais venceu prêmios na cerimônia, levando sete estatuetas.

Imagem    Kenneth Lonergan – “Manchester à Beira Mar”

Nascido em Nova York em 1962, o roteirista e diretor Kenneth Lonergan tem poucas produções em seu currículo, mas já coleciona boas avaliações da crítica e público por algumas produções, como é o caso de Manchester à Beira-Mar (2016), que dirigiu e roteirizou, e recebeu seis indicações no Oscar 2017.

Seu primeiro trabalho com relevância como roteirista foi na comédia Máfia no Divã (1999), estrelada por Robert De Niro e Billy Crystal. Um ano depois, em 2000, foi a vez de Lonergan colocar a mão na massa e dirigir seu primeiro filme, o drama Conte Comigo, protagonizado por Laura Linney e Mark Ruffalo (com quem repetiu a parceria anos depois, em Margaret, de 2011). Nas duas produções, curiosamente, o diretor também atua, fazendo pequenas aparições.
Foi roteirista de mais algumas produções em seguida, como da animação As Aventuras de Alceu e Dentinho (2000), no drama histórico de Martin Scorsese Gangues de Nova York (2002), além de Wild Oats (2016), comédia com Shirley MacLaine e Jessica Lange.  Entre as categorias em que Manchester à Beira-mar foi indicado no Oscar, estão: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (por Casey Affleck), Melhor Ator e Atriz Coadjuvante (por Lucas Hedges e Michelle Williams), e Melhor Roteiro Original.

Imagem  Mel Gibson – “Até o Último Homem”

Nascido em Peekskill, Nova York, em 1956, o ator, produtor e diretor de cinema norte-americano é o 6º filho de um total de 11 do casal Hutton Gibson e Anne Patricia. Considerado uma dos principais rostos dos grandes filmes de ação produzidos nos anos 1980 e 1990, Gibson teve seu primeiro papel de destaque na famosa franquia Mad Max (1979). No mesmo ano, também fez uma aparição no drama australino Tim – Anjos de Aço, dirigido por Michael Pate.    Sua aparência física, considerada uma mistura de Clark Gable e Humphrey Bogart no ínicio de sua carreira, foi responsável pela escalação do ator para franquias que se tornariam grande sucesso de público, sendo uma das maiores a série de filmes Máquina Mortífera (1987), Máquina Mortífera 2 (1989), Máquina Mortífera 3 (1992) e Máquina Mortífera 4 (1998).

Porém, antes disso, protagonizou também as sequências de Mad Max, intituladas Mad Max 2 – A Caçada Continua (1981) e Mad Max – Além da Cúpula do Trovão (1985). Em 1981, fez o papel de Frank Dunne no drama histórico Gallipoli e, no ano seguinte, foi responsável por dar vida a Guy Hamilton no longa O Ano Que Vivemos em Perigo (1982).   Em 1984, protagonizou ao lado de Anthony Hopkins a aventura Rebelião em Alto-Mar e fez par com Diane Keaton em Mrs. Soffel – Um Amor Proibido. Com Michelle Pfeiffer e Kurt Russel, completou o elenco do eletrizante Conspiração Tequila (1988). Entrando na década de 1990 querendo mudar seu espectro de personagens, ele expandiu e variou seu tipo de atuação na adaptação do drama shakespeariano Hamlet (1990), com Glenn Close e Alan Bates, e também nas comédias Air América – Loucos Pelo Perigo (1990) e Eternamente Jovem (1992).

Mas a verdadeira guinada em sua vida veio com a estreia na direção de filmes, o que o fez render diversas críticas positivas, não muito comuns em boa parte de seus filmes anteriores. O primeiro longa na direção foi O Homem Sem Face (1993). Foi diretor também do bem avaliado Coração Valente (1995), e de um dos filmes religiosos mais conhecidos de todos os tempos, A Paixão de Cristo (2004), já com sequência confirmada em A Paixão de Cristo 2, em produção em 2017. Também teve boa recepção do público e crítica Até o Último Homem (2016).  Como ator, também teve papéis em filmes como O Fim da Escuridão (2010), Um Novo Despertar (2011), Plano de Fuga (2012) e na terceira parte da franquia Mercenários, em Mercenários 3 (2014).
De prêmios, os mais notáveis que ganhou foram os dois Oscars por Coração Valente, nas categorias Melhor Filme e Melhor Diretor. Pelo mesmo filme, também levou um Globo de Ouro por sua direção.

Imagem  Denis Villeneuve – “A Chegada”

Nascido em 1967, em Quebec, no Canadá, o cineasta coleciona excelentes avaliações em produções que dirigiu. Em sua obra mais recente, A Chegada (2016), conseguiu oito indicações ao Oscar 2017, nas categorias Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Fotografia, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Edição, Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som e Melhor Design.  Bem antes disso, Villeneuve teve seu primeiro trabalho como diretor no curta-metragem documental Rew FFWd (1994), sobre um jovem fotógrafo em trabalho na Jamaica. Em seguida, dirigiu um dos trechos do longa Cosmos (1996), dividindo o posto com outros cinco realizadores. Mas o primeiro filme para chamar de seu foi o drama 32 de Agosto na Terra (1998).

Depois foi a vez de roteirizar e dirigir Redemoinho (2000) e, depois de um hiato de alguns anos, Polytechnique (2009), drama com Maxim Gaudette e Karine Vanasse. O reconhecimento chegou de vez em 2011, com Incêndios, indicado na categoria Melhor Filme Estrangeiro no Oscar.  A partir daí, ao iniciar os trabalhos em língua inglesa, o sucesso se instalou na carreira de Villeneuve, através da produção de grandes filmes, comofoi o caso de Os Suspeitos (2013), com Hugh Jackman, Viola Davis e Jake Gyllenhaal (com quem repetiu a parceira em O Homem Duplicado, no mesmo ano). Em 2015, porém, a recepção do suspense Sicario: Terra de Ninguém não foi tão boa quanto a dos anteriores, o que por sorte não se repetiu com bem-sucedido A Chegada (2016).

Para 2017, o diretor assumiu o comando da tão aguardada sequência de Blade Runner, intitulada Blade Runner 2049, que contará com Harrison Ford e Ryan Gosling no elenco.

Fonte: Adoro Cinema

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